Médico, nutrólogo pela ABRAN e Associação Médica Brasileira. Intitulado Mestre – Nutricional e Manutenção da Homeostase – Prevenção e Tratamento de Doenças relacionadas à Idade.
Estima-se que mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo convivam hoje com rugas, flacidez e perda de firmeza da pele. No Brasil, especialistas apontam que 7 em cada 10 mulheres acima dos 30 anos já relatam sinais visíveis de envelhecimento, principalmente perda de elasticidade, marcas de expressão e aquela sensação de que a pele “começa a cair” com o passar do tempo.
Durante décadas, a indústria da estética tentou resolver esse problema com cremes, ácidos, lasers e procedimentos invasivos. Mas apesar da enorme quantidade de tratamentos disponíveis, a maioria deles atua apenas de forma superficial, sem restaurar de fato a estrutura da pele.
Enquanto isso, um fenômeno curioso sempre chamou a atenção de dermatologistas ao redor do mundo.
Na Coreia do Sul e em outros países do leste asiático, é relativamente comum encontrar mulheres com pele firme, lisa e uniforme mesmo após os 50 anos, característica que ficou popularmente conhecida como “pele de porcelana”.
Durante muito tempo acreditou-se que isso era apenas resultado de genética ou das famosas rotinas rigorosas de cuidados com a pele.
Mas uma investigação recente começou a apontar para outro fator pouco observado fora da Ásia.
Pesquisadores que analisavam a alimentação tradicional de regiões costeiras da Coreia e do Japão começaram a estudar algumas espécies marinhas conhecidas por sua extraordinária longevidade, peixes capazes de viver por décadas mantendo a integridade dos tecidos praticamente intacta mesmo em ambientes extremos.
Ao investigar as proteínas presentes nesses organismos, cientistas identificaram um peptídeo bioativo ligado diretamente à regeneração celular e à preservação da elasticidade da pele.
Esse composto passou a ser chamado de PRC-7: Deep Sea Peptide (Peptídeo Regenerador Coreano).
Para muitas mulheres, os primeiros sinais aparecem de forma quase imperceptível.
No início são apenas linhas finas ao redor dos olhos, uma leve perda de firmeza no rosto ou aquela sensação de que a pele já não tem a mesma elasticidade de antes.
Mas com o passar do tempo essas mudanças começam a se tornar mais difíceis de ignorar.
A pele do rosto perde sustentação, a região da papada começa a marcar mais nas fotos, o chamado “tchauzinho” surge abaixo dos braços e até áreas como barriga, pescoço e coxas passam a apresentar sinais de flacidez.
Muitas mulheres descrevem a sensação como se a pele estivesse sendo puxada para baixo pela gravidade.
E junto com a mudança no espelho, vem também um impacto emocional que poucas pessoas falam abertamente.
Algumas começam a evitar fotos de perfil por causa da papada. Outras deixam de usar vestidos, saias ou blusas mais abertas por vergonha da flacidez nos braços ou no colo.
Há também quem relate algo ainda mais difícil: a sensação de parecer mais velha que as próprias amigas ou de já não se sentir tão confiante ao lado do parceiro.
O mais frustrante é que, na maioria das vezes, esses sinais são tratados apenas como algo inevitável da idade. Mas especialistas apontam que o problema pode estar ligado a um fator muito mais específico: a perda progressiva da capacidade natural da pele de se regenerar e manter sua estrutura firme e elástica.
Quando essa capacidade diminui, a produção de colágeno e outros componentes estruturais da pele também começa a cair, abrindo espaço para rugas, marcas de expressão e flacidez.
E é exatamente por isso que muitos tratamentos tradicionais acabam frustrando tantas mulheres.
Diante desses sinais, é natural que muitas mulheres busquem soluções.
Cremes anti-idade, séruns, ácidos, suplementos de beleza, procedimentos estéticos e até aplicações como botox ou preenchimentos se tornaram cada vez mais populares nos últimos anos.
O problema é que, apesar das promessas e da enorme variedade de tratamentos disponíveis, a maioria dessas alternativas atua apenas nos efeitos visíveis do envelhecimento, não na causa real do problema.
Cremes podem melhorar temporariamente a aparência da pele. Procedimentos estéticos podem suavizar alguns sinais por um período limitado. Mas em muitos casos, o efeito dura pouco tempo.
Isso acontece porque a flacidez e a perda de firmeza não surgem apenas na superfície da pele.
Elas estão ligadas a uma mudança mais profunda que ocorre com o passar dos anos: a redução da capacidade natural da pele de se renovar e reparar suas próprias células.
Além disso, existe outro fator pouco comentado que limita muitos tratamentos. Grande parte dos ativos presentes em cosméticos ou suplementos simplesmente não consegue chegar até as células da pele onde realmente deveriam atuar.
No caso dos cosméticos, a própria barreira natural da pele impede que a maioria das substâncias ultrapasse as camadas superficiais. Já em suplementos tradicionais, muitos nutrientes acabam sendo parcialmente degradados durante o processo digestivo antes mesmo de serem totalmente absorvidos pelo organismo.
O resultado é que, mesmo após investir em cremes caros, rotinas completas de skincare ou procedimentos estéticos, os resultados muitas vezes são discretos e temporários.
Foi justamente tentando entender essas limitações que pesquisadores começaram a investigar algo curioso observado na pele de mulheres asiáticas.
Intrigados com a diferença visível no envelhecimento da pele entre populações ocidentais e asiáticas, pesquisadores começaram a investigar mais profundamente alguns hábitos tradicionais de regiões costeiras da Coreia e do Japão.
Durante essas análises, um detalhe específico passou a se destacar nas observações científicas: o consumo frequente de espécies marinhas conhecidas por sua extraordinária longevidade, peixes capazes de viver por décadas em ambientes extremos mantendo a integridade dos tecidos praticamente intacta ao longo da vida.
Entre essas espécies, uma em particular despertou atenção especial dos cientistas: o salmão, amplamente presente na alimentação de diversas populações asiáticas e conhecido por possuir proteínas biológicas associadas à preservação da estrutura celular.
Ao analisar esses compostos em laboratório, pesquisadores conseguiram isolar um pequeno peptídeo bioativo diretamente ligado à renovação das células da pele.
Estudos laboratoriais demonstraram que esse composto atua em processos celulares associados à regeneração da estrutura da pele, manutenção da firmeza e preservação da elasticidade, fatores fundamentais para retardar os sinais visíveis do envelhecimento.
Nos centros de pesquisa asiáticos, o peptídeo passou a ser identificado por um nome específico: PRC-7, o Peptídeo Regenerador Coreano.
Hoje, o PRC-7 já aparece em estudos e protocolos de dermatologia regenerativa justamente por sua ligação com os processos celulares que ajudam a pele a manter sua estrutura firme e uniforme por mais tempo.
Mas o que exatamente torna esse peptídeo tão diferente dos ativos tradicionais usados em cosméticos e suplementos?
Mas o que exatamente torna esse peptídeo tão diferente dos ativos tradicionais usados em cosméticos e suplementos de beleza? A resposta está na própria estrutura dos peptídeos bioativos.
Diferente de muitas substâncias presentes em cremes ou suplementos convencionais, os peptídeos são formados por cadeias muito pequenas de aminoácidos.
Essa estrutura reduzida permite que eles sejam reconhecidos diretamente por receptores celulares responsáveis pelos processos de reparo e renovação da pele.
Na prática, isso significa que eles conseguem enviar sinais bioquímicos para as células responsáveis pela manutenção da estrutura da pele, estimulando mecanismos naturais ligados à firmeza e elasticidade.
Outro ponto que chamou atenção é a capacidade de absorção. Grande parte dos ativos presentes em cosméticos não consegue ultrapassar as camadas superficiais da pele.
Já muitos nutrientes presentes em suplementos comuns acabam sendo parcialmente degradados durante o processo digestivo antes mesmo de chegar à corrente sanguínea.
Os peptídeos bioativos funcionam de forma diferente.
Por possuírem uma estrutura molecular muito menor, eles conseguem atravessar com mais facilidade as barreiras naturais do organismo e alcançar os receptores celulares que controlam os processos de renovação dos tecidos.
No caso do PRC-7, existe ainda um fator adicional.
Esse peptídeo foi identificado como parte de um complexo natural composto por sete bioativos celulares, que atuam de forma complementar nos mecanismos ligados à firmeza, elasticidade e regeneração da pele.
Depois que o PRC-7 foi identificado, surgiu um novo desafio. Não bastava conhecer o composto. Era preciso reproduzir sua estrutura de forma estável fora do organismo marinho onde ele foi encontrado.
E foi aí que os cientistas perceberam algo importante. O efeito observado não estava ligado apenas a um único ativo isolado, mas à forma como determinados bioativos estavam organizados dentro de uma pequena cadeia peptídica.
Quando esses mesmos compostos eram utilizados separadamente, como acontece em muitos suplementos e cosméticos tradicionais, os resultados simplesmente não eram os mesmos. A diferença estava justamente na estrutura do peptídeo.
Dentro dessa cadeia molecular específica, os bioativos permaneciam organizados em proporções muito precisas, permitindo que fossem reconhecidos de maneira muito mais eficiente pelas células.
Reproduzir essa mesma estrutura em laboratório levou anos de tentativas. Mas quando pesquisadores finalmente conseguiram replicar essa cadeia peptídica contendo os sete bioativos associados ao PRC-7, surgiu uma nova possibilidade.
Pela primeira vez, aquele mesmo mecanismo observado nas proteínas marinhas poderia ser recriado fora do ambiente onde foi descoberto.
Foi a partir dessa descoberta que surgiu o Silício Gold, protocolo desenvolvido para entregar ao organismo o próprio PRC-7 — o Peptídeo Regenerador Coreano.
Na prática, isso significa que a fórmula reúne, dentro da mesma matriz peptídica, os sete bioativos que compõem o PRC-7, responsáveis por atuar diretamente nos processos ligados à renovação da pele.
Entre esses componentes estão Silício Orgânico biodisponível, peptídeos de colágeno Verisol®, Ácido Hialurônico de baixo peso molecular, Retinol estabilizado, Trans-Resveratrol antioxidante e D-Panthenol, organizados na mesma estrutura molecular que caracteriza o PRC-7.
Esse é justamente o diferencial do tratamento.
Em vez de oferecer ativos isolados, como acontece na maioria dos cosméticos e suplementos convencionais, o Silício Gold entrega o PRC-7 completo, em forma líquida, para consumo diário.
Nos últimos meses, mulheres de diferentes regiões do Brasil começaram a utilizar o protocolo.
E algumas delas decidiram relatar o que aconteceu após iniciar o tratamento.
Segundo o fabricante, o Silício Orgânico Gold é um suplemento natural e não apresenta contraindicação ou efeito colateral. Isso significa que mesmo pessoas portadoras de doenças crônicas podem fazer uso do produto. Entretanto, é aconselhável que grávidas e mulheres amamentando consultem o médico antes do início da suplementação.
Para resultados satisfatórios, é recomendado o consumo de 10 gotas antes de dormir do Silício Orgânico Gold ao dia, num intervalo de 24 horas. O Silício Orgânico Gold é Ultra Concentrado e garante um tratamento prolongado com efeito intenso no organismo por 24 horas.
O preço do Tratamento do Silício Gold varia de acordo com a quantidade de frascos adquiridos.
O fabricante trabalha com descontos progressivos, ou seja, quanto mais frascos você adquirir, maior será o desconto no valor final.
No Brasil, assim como nos Estados Unidos, a Marca trabalhará apenas com o Sistema de Vendas Online, onde o cliente poderá adquirir o tratamento pelo Site Oficial e receber no conforto da sua casa. CUIDADO: A marca Biomax não vende pelo Mercado Livre, OLX, ou outros sites. Certifique-se estar comprando o produto ORIGINAL, por isso, sempre adquira do Site Oficial.
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Mas se funcionar, como aconteceu com milhares de mulheres, a sua autoestima vai renascer junto com a firmeza da sua pele.
Médico, nutrólogo pela ABRAN e Associação Médica Brasileira. Intitulado Mestre – Nutricional e Manutenção da Homeostase – Prevenção e Tratamento de Doenças relacionadas à Idade.
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